sexta-feira, 26 de junho de 2009

Luta Fenajufe discute o Plano de Carreira

2 comentários:

  1. Sou servidor do Judiciário Federal há 15 anos. Era Técnico no TRT de MG e passei para Analista há 4 anos. Acho que temos que lutar mesmo por melhorias, mas discordo de alguns pontos do projeto aprovado em Manaus:

    1º) A tabela de vencimentos que coloca o último nível de técnico com vencimento maior que o de analistas: não é justo que aqueles que se esforçaram para conseguir passar no concurso para Analista recebam menos que os técnicos que se acomodaram e não quiseram partir para o sacrifício dos estudos. Mas também não acho justo que os técnicos realizem os mesmos serviços que os Analistas, na prática, e recebam menos. Caso prevaleça a proposta, que seja acrescentado um artigo para garantir àqueles que eram Técnicos e passaram no concurso para Analista que recebam o vencimento do último nível de Técnico até atingirem o nível A11 de Analista (segundo a nova tabela proposta).

    2º) O recebimento da FC por tempo determinado (no caso, 3 anos): ninguém almeja situações precárias na vida; o ideal é que a pessoa exerça a função e receba por ela por tempo indeterminado, sendo que a permanência ou não com a FC é questão de desempenho que é continuamente aferido pela chefia imediata.

    É a minha opinião, ressaltando que a primeira vez que tomei conhecimento das propostas foi após a edição nº 08 do informativo “Luta Fenajufe”. A despeito das afirmações no sentido de que o plano vem sendo debatido há 2 anos, em momento algum o SITRAEMG (aqui em Minas) nos informou dessas propostas, nos convocou para debatê-las ou veio até a nossa cidade para tratar do assunto.

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  2. Acho uma vergonha essa demora. O prazo para remessa do plano é o dia 31 de agosto de 2009. Percebo um desdem enorme e a falta de informação por parte dos sindicatos. Falta transparencia, empenho e objetividade. O proximo governo pode ser o José Serra, teremos muitos anos sem reajuste. Temos que garantir o nosso reajuste, todo já conseguiram os seus, exceto o judiciário. Mesmo assim, ficamos brincando de elaborar tabelas, propostas mirabolantes. Precisamos de foco e objetividade. Abraço.

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